
Há quase um ano, depois de um longo namoro com o mundo dos blogs, ainda timidamente, nascia o O mundo de Suzie. De lá pra cá, muitas coisas aconteceram...tantas que parecem não caber nesses quase 365 dias... Uma delas, o fim desse espaço aqui...e um novo começo em um outro espaço, o Palavreando Emoções. É lá que continuo minha caminhada, que, hoje, sei ser sempre um começo...lá me permito ser nova a cada dia, a cada emoção, a cada experiência...é a vida que segue seu curso. Tenho por este espaço um sentimento profundo...e não podia ser diferente... Ele sou eu... eu em toda a minha complexidade... Ele é o que eu digo e o que eu calo... meu olhar, meu sentimento, minha emoção... meus caminhos e descaminhos...que se cruzam a todo momento minhas escolhas, nem sempre as mais certas ou sensatas mas sempre feitas com o coração... Ele foi até aqui um espelho...reflexo...eco... de tantas buscas...nem sempre claras... mas sempre insistentes e presentes dias e noites inverno e verão sol e lua cheia ou minguante eu e o outro sempre juntos nesse espelho... minhas dores e alegrias - sempre tão misturadas... minha enorme ânsia de viver, sentir, ser... minhas dúvidas...e certezas - quase sempre incertas... dentre as quais uma única absoluta a de que a caminhada não acaba nunca... não é de mil quilômetros, nem de cem mil... a caminhada é a vida toda... é todo dia, toda hora... e o que importa, realmente, é caminhar... escolhendo atalhos ou longas trilhas... caminhar sempre a passos largos ou pequenos ouvindo o coração, única bússola... Essa caminhada teve aqui seu início, mas com certeza não terá fim... e, como tudo muda o tempo todo no mundo mudam também os meus caminhos... surgem novas necessidades... por isso, e por tantas outras coisas, a caminhada continua lá afinal, estamos sempre [re]começando. Aos que por aqui passam e a todos os amigos que fiz por aqui, deixo aqui minha homenagem:
Se tiver que ir, vai. O que fica pra trás, não sendo mentira, não racha, nem rompe, não cai. Ninguém tira. Já que vai, segue se depurando pelo trajeto, para desembarcar passado a limpo, sem máscaras, sem nada, sem nenhum desafeto. Quando chegar, sobe ao ponto mais alto do lugar, onde a encosta do mundo faz a curva mais pendente. E então acena. De onde eu estiver, quero enxergar esse momento em que você vai constatar que a vida vale grandemente a pena. [Flora Figueiredo] enviada por :: :: :: Suzie 25/06/2004 11:30 Boate lotada. E ela se sentindo só. Tentou espantar o sentimento chamando-o de clichê. Mas parece que ele, o sentimento, não se importava. Na verdade, pensou ela, deve ser emoção. Sentimento feminino, solidão. Dona solidão é mocinha e como toda mocinha que se preze não aceita ir embora sem discutir a relação antes. Achou graça da própria piada mas não teve ânimo para sorrir. Olhou em volta. Seus amigos e amigas, como sempre, estavam no ápice da animação. Falando alto, gesticulando exageradamente. As pessoas em volta pareciam seguir o mesmo roteiro. E ela ali, acompanhada de si mesmo. Tentaram animá-la apresentando o menino. Isso mesmo. O menino. Aquele que todas cobiçavam, que todas desejavam. O que vivia cercado de gente. Enquanto conversavam, perguntou se ele não se sentia uma ilha cercada de futilidade por todos os lados. Ofendido, o moço se levantou, resmungou alguma coisa, e foi embora, perdendo-se naquele mar de pessoas que lhe pareciam tão afins. Sentiu-se aliviada e deixou seus amigos revoltados. Toda sexta era assim, diziam eles. Sexta após sexta e ela a mesma patética, repetiram. Patética, repetiu pra si mesma. Uma patética que ainda insiste em carregar-se de sexta-feira a vida inteira. Bem...chegamos ao fim dessa SEMANA TEMÁTICA, acredito que tenham gostado, devido ao grande número de e-mail´s recebidos, sim EMAIL, porque o Saibam que, oficialmente, a partir de hoje, começo a procurar uma nova casa que não me limite tanto...por enquanto é só...e por aqui, neste espaço é só...também! ![]() enviada por :: :: :: Suzie 24/06/2004 10:33 Cantarolava, todas as sextas, aquela música-sertaneja-que-virou-jingle-de-cerveja e que tinha - a música, não o jingle - esse dia como tema. Só que com a quinta era diferente. Vivia aquela sensação de que aquele era um dia que deveria se chamar "empata-sexta", ou ainda, "atrapalha sexta". Afinal, a sexta só não se antecipava porque precisava deixar a quinta começar e terminar. Imaginou uma semana sem quinta. Um pulo do meio da semana para o fim, sem qualquer escala. Sem stress por a semana estar se arrastando. Sem preocupações com aqueles trabalhos imensos que resolviam brotar em sua mesa exatamente um dia antes da sexta, só para atrapalhá-la inteirinha. Pensou em propor um projeto para o Congresso: semana sem quinta, uma idéia cheia de pinta. Quase chorou de rir do nome estilo publicitário-decadente-de-pequena-loja-de-varejo-de-bairro. Nada mais clichê do que rima. E quinta, com o quê rima? Quinta, pinta. Quinta, cinta. Quinta, minta. Quinta, desminta. Quinta, sinta. Quinta, pressinta. Quinta, Jacinta. Pegou uma folha de papel e rabiscou algumas palavras. Saiu sorrindo e elegendo a quinta seu dia predileto. O que a fizera mudar de idéia? Descobrira que a quinta era dia de rimas pobres. Jacinta, minta, pressinta, sinta, cinta. Mas ao mesmo tempo de rimas tão ricas que eram capazes de fazer alguém sorrir pelo simples fato de todas elas poder descobrir. E convenhamos, descobrir numa quinta que Jacinta usa uma cinta para que se sinta cheia de pinta, é ou não é um bom motivo pra se mudar de idéia? E se eu terminasse este conto com geléia seria uma delícia, e não apenas uma rima pra terminar de forma bonitinha essa minha história fictícia. enviada por :: :: :: Suzie 23/06/2004 19:28 Olhou em volta. Como conseguiria se livrar daquela situação? Respirou fundo e ordenou que as lágrimas, que insistiam em rolar, continuassem acomodadas em seus olhos. Daria um jeito, sempre dava. Precisava colocar a cabeça no lugar. Os olhares curiosos a incomodavam. Por que será que sentia-se uma alienígena recém-aterrissada? Calculando meticulosamente cada gesto, achou no orelhão seu porto seguro. Encontraria, em sua bolsa, o telefone da amiga, ligaria para ela e lhe daria uma bronca. Afinal, onde já se viu abandonar alguém em um território como aquele: completamente desconhecido? Virando e revirando a bolsa, percebera que "Murphy" a estava acompanhando. Nada poderia ser pior que aquilo. Ou poderia? Seus olhos encharcados sabiam que sim. Perdida, em uma cidade desconhecida, sem o telefone de alguém que pudesse salvá-la e sem dinheiro pra voltar pra casa. E com o detalhe de que, com aqueles trajes, já era o centro das atenções. Acalmar-se seria o ideal. Seria...Porque naquele momento sua mente corria, água pelo seu rosto escorria, e o tempo, esse, como sempre, fugia. Logo a noite chegaria. Tentou sentar na calçada, mas sua roupa não permitia. Desejou arrancar a saia, jogá-la fora, retirar a fantasia. Sorriu. E justo ela que nas quartas se sentia. Ela que era a desejada, a festejada. Mas pelo menos sua sina a acompanhava: até ali, naquela cidadezinha, ela era a "prenda" do centro do salão. Pensando nisso, gargalhou. Num rompante, desejou dançar. Por que não? Ao menos manteria a quarta como dia de chamar a atenção. Quem sabe um moço "guapo" não a encontrava e arrebatava, ali mesmo na rua, seu coração? E ela bailou. De tal forma e com tanta magia que muita gente em volta juntou. Inclusive aquela amiga. A esquecida. Que talvez, depois do show, justificasse seu esquecimento. Porque naquela hora, naquele momento, ninguém se atreveria a interromper tão harmonioso entretenimento. Essa história foi baseada em fatos reais. Uma amiga ficou mesmo perdida em uma cidade desconhecida. Isso mesmo. Vestida de prenda (trajes para uma festa gaúcha tradicionalissíma) e, se não me engano, num calor infernal. Daí pra eu imaginar a cena, vocês sabem, foi um pulo. E por quê coloca-la na quarta? Porque quarta, no sul em geral, sempre é dia de bailão, tchê! enviada por :: :: :: Suzie 22/06/2004 10:46 enviada por :: :: :: Suzie 21/06/2004 12:11 Ouviu, ao longe, o toque do despertador. Acomodou-se ainda mais no travesseiro. Nada a faria sair daquela deliciosa quietude. O despertador, tocando cada vez mais alto, parecia desconhecer a lei da inércia, na qual naquele instante, ela estava completamente inserida. Lutando contra aquele monstro sonoro, abafou seus ruídos colocando-o entre o travesseiro e a cama. Mas ele, o destruidor de sonos alheios, não se deu por vencido. Continuou com seu showzinho particular. Tudo bem, você venceu, disse ela, dando-lhe aquele tapinha característico. E ele, orgulhoso de si mesmo, piscou seu display, como se por um instante estivesse sorrindo. Vitorioso. Afinal, ele, e apenas ele, era o senhor da segunda-feira. ******* Olá pessoas....farei desses próximos dias uma SEMANA TEMÁTICA...cada dia será reverenciado com um conto sobre ele mesmo...espero que gostem... enviada por :: :: :: Suzie 17/06/2004 12:44 ![]() Se você, por alguma infelicidade imensa, ainda não encontrou, com certeza um dia vai encontrar. Ou melhor, é bom prestar atenção, porque com certeza, eles estão por perto. Geralmente eles aparecem de repente, mas pode ser também que estejam por perto há tanto tempo que você nem se lembra quando chegaram. O fato é que eles existem. Gente especial. Especialíssima. São mais ou menos assim: riso largo, voz mansa, gestos suaves, olhos atentos e trazem consigo um ar tão leve, tão saudável, que fazem você se lembrar como é bom respirar. Não têm medo de tocar, de abraçar, de beijar, de fazer um afago no cabelo, de sorrir pra quem não conhecem. Dizem o que pensam e sentem com paciência, mansidão e compreensão dos limites dos outros. São queridos por todos - nem os invejosos conseguem ter raiva deles. Você não vê esses seres fazendo coisas como fofocas, intrigas, maldades gratuitas. Humanos que são, têm defeitos, mas são tão poucos que nem são relevantes. Educados, sensíveis, simples, amáveis, íntegros, sábios, positivos - certas pessoas são tão capazes de fazer você se sentir tão melhor que fazem você pensar - e eventualmente dizer - que anjos de vez em quando caem do céu pra iluminar a vida dos pobres mortais aqui da Terra. Um anjo é isso mesmo - alguém que cuida de você, ao mesmo tempo tão perto e tão longe, que segura quando você cai. Que é sincero sem ser grosseiro. Que é sorridente sem ser bobo. Que é otimista sem ser ingênuo. Que é sábio sem ser pedante. Que é silencioso sem ser omisso. Que é radiante sem ofuscar o resto ao seu redor. Pessoas que são tão fofas, tão legais, que sempre que você se lembra delas, acaba sorrindo. Aquela vizinha que sempre diz um "bom dia" fervoroso quando você passa. Aquele senhor que você encontrou no ônibus e desejou que sua vida fosse abençoada, como se fosse seu pai, só porque você cedeu seu lugar pra ele sentar. Aquele amigo que você nunca viu de cara feia, e que aguenta os seus maus humores bravamente. Aquela senhora que trabalha com você e bate a mão no seu ombro, solidária, quando você está cansadíssima, sussurrando - "calma, querida, o dia já vai acabar". Aquele outro amigo que manda um cartão, telefonema ou email inesperado dizendo o quanto gosta de você e deseja tudo de bom. Aquela tia que você nunca viu alterando o tom de voz. Aquela pessoa que sempre tem algo de bom pra dizer, e que não usa de ironia, ou de sarcasmo barato pra disfarçar as suas próprias fraquezas. Gente pra quem palavras como "eu te amo", "me desculpe", "estou aqui", "sinto saudade" não constituem um trava-língua. Gente boa mesmo, gente de bem, gente que faz diferença por aí e nem esperam nenhuma espécie de pagamento por isso. Gente pra quem nada é difícil, que está por aí pra facilitar pros outros. Gente que todo mundo olha e diz - "Fulano? Ah, aquele sim, é uma pessoa realmente ESPECIAL!". Essas pessoas, além de saber o quê, sabem quando fazer algo que pode mudar o seu dia pra melhor. Um telefonema, um toque, um sorriso, um olhar compreensivo, uma frase, e pronto. Elas literalmente conseguem salvar o dia. Ando de saco muito, mas muito cheio da minha vida profissional do jeito que ela está, e sem perspectivas de mudanças próximas. Perdidinha da Silva. E claro, isso me deixa frequentemente calada, chateada e desanimada. E hoje, um desses anjinhos, sem que eu precisasse pedir nada, enxergou o que anda por trás dos meus sorrisos burocráticos, e me mandou um recadinho. Um bilhete perfumado, em papel bonito, com letra caprichada, cheio de carinho e com uma letra de música, que dizia algo assim: "Não existiria som se não houvesse o silêncio... Nâo haveria luz se não fosse a escuridão... A vida é mesmo assim: Dia e noite, não e sim." Gostaria de dizer o quanto essa coisa tão simples me fez bem, e o quanto outras pequenas coisas também me fazem bem durante os meus dias, e o quanto estou agradecida, pelo carinho desse e de outros anjinhos que têm me rondado. Mas... tem Certas Coisasque eu não sei dizer... enviada por :: :: :: Suzie 15/06/2004 12:09 Olá pessoas...depois de um breve sumiço e muito silêncio, estou de volta...a verdade é que esse silêncio é apenas aparente. Dentro de mim há sons de todas as cores e tons. Sou a fúria das ondas do mar que ao longo do tempo molda a mais resistente das rochas. A mulher que encara a parede de água diante do abismo. Aquela que canta canções...e brinca com pétalas de rosa. Sorri com o canto dos pássaros. Aquela que chega serena e passeia o olhar sobre teus poros. Diz que não quer nada, e sem rodeios, tudo toma. É todo som...o meu silêncio. Em tempo...quero muito assistir ao filme...
Não adianta tirar as pilhas do relógio: o tempo não pára. Fantasio segredos e, exagerada como sempre, te crio um codinome, te beijo de flor em flor. Quando a gente conversa, me faço de boba, uma maior abandonada que suspira calada por toda a madrugada, torcendo pro dia nascer feliz. Acorda, mostra a tua cara pois, sem engano e sem demora, preciso dizer que eu te amo. Me avise quando for a hora. Por fim, ainda aprendiz da vida, me perco dentro de mim buscando a saída e te grito, interrogo: por que a gente é assim? * Homenagem a um dos maiores poetas brasileiros. enviada por :: :: :: Suzie 09/06/2004 12:50 sentindo apenas...O Amor... ![]() Escrever ou falar de amor, é o que mais tenho feito nesses últimos tempos, pode parecer, para muitas pessoas, uma difícil tarefa de conceituar ou colocar esse sentimento para fora...Mas não consigo sentir assim... Vivo cada Momento e cada Sentimento que surge aqui dentro de mim. As palavras são apenas um veículo, o mais direto e acessível, com o qual conseguimos acessar de alguma maneira os sentimentos de algumas pessoas as vezes. Mas o amor é uma experiência de sentidos, um sentimento que pode e deve ser vivenciado plenamente, concretamente, em todos os níveis de nosso ser. Amar com a mente é o que a maioria das pessoas faz, infelizmente. Porque com a mente fica mais fácil se defender, colocar limites e fugir. A mente nos engana sem que fiquemos com a sensação de que somos tolos. Parecemos mais inteligentes e racionais, "pés no chão"... Amar com o coração é o que os mais corajosos tentam... e muitas vezes conseguem, felizmente! Porque apesar dos medos e dos riscos, é com o coração que a gente consegue entrar em contato com todas as nuances do amor! Mas amar com o corpo, com os sentidos, com cada célula do nosso organismo, creio que seja o maior desafio para nós, seres acelerados, podemos experimentar concreta e fisicamente o amor de muitas maneiras, o "amor de dentro pra fora, amor de corpo inteiro", como diz a música do Jota Quest! Infelizmente, aprendemos a focar nossa atenção no amanhã, na fantasia do que poderá ser ou, pior ainda, do que poderia ser, mas não foi... e, então, a vida termina se resumindo numa dança entre a esperança e o arrependimento. Perdemos o melhor da festa, da vida e do amor quando deixamos escapar o agora! E nesse exato momento também perdemos os sentidos do amor, porque experimentar cada um deles exige presença, total e irrestrita, absoluta presença. Sem mente, sem pensamentos nos arrastando para o ontem ou para o amanhã, nem para qualquer outra noção de tempo... Pensem nisso...e aproveitem o feriado e o restinho dessa semana que é, sem dúvida, a mais romântica do ano!! enviada por :: :: :: Suzie 07/06/2004 14:45 Além da Terra, além do Céu, no trampolim do sem-fim das estrelas, no rastro dos astros, na magnólia das nebulosas. Além, muito além do sistema solar, até onde alcançam o pensamento e o coração, VAMOS!! vamos conjugar o verbo fundamental essencial, o verbo transcendente, acima das gramáticas e do medo e da moeda e da política, o verbo SEMPREAMAR, o verbo PLURIAMAR, razão de ser e de viver. Carlos Drummond de Andrade Pluriamar e Sempreamar não estão no Aurélio...nem em qualquer outro dicionário... O que me deixa profundamente indignada. São verbos que deveriam ter todas das regalias, infringir regras e serem os primeiros da lista... mesmo antes da letra A. Pluriamar deveria por lei conter imagens auto explicativas de amor no plural... e Sempreamar deveria ser resumido em uma única frase: "sentimento de fundamental importância para ser usado diariamente". Simples assim. Pra todo mundo entender. E acho também que, deveriam ter linhas e mais linhas vazias para cada pessoa registrar as suas próprias histórias de amor... e muitos espaços de bordinhas retangulares escritos "cole sua foto aqui"... pois, em cada momento, a cada segundo, seja onde e como for, tem coração inventando um jeito novo de... PluriSempreAmar... ou... SemprePluriAmar... enviada por :: :: :: Suzie 03/06/2004 12:01 ![]() Momento Tragi-Cômico! Odeio espanhol. A língua. Não tenho lá...muita simpatia por argentinos, mas isso foi incutido culturalmente...rs E basta ser brasileira para entender como. O porquê já fica para apreciações mais "paranormais". La mala lengua se queda desagradabilissima aos meus ouvidos. O tal de B e V "corto" me dá paura e o fato de que eles - os hispano hablantes - não compreendem uma palavra do nosso português me irrita profondamiente. Quando a gente tenta agradar com um portunhol de buteco eles entendem, apesar de rirem das palabras inbentadas por nosotros. Ah...perái! Pelo menos a gente tenta! O que me atrapalha são aqueles cursinhos on line de italiano que me fazem dire que il centro sei piu lontano quando eu queria dizer algo parecido com el cientro se queda distante de acá Eca... caca! Caracas! rs Restou-me, só de birra mesmo, soletrar algumas "palabritas" ontem em uma reunião com meia dúzia de velhos hispano-hablantes. Minhas falas numa mistura de italiano com português ficaram longe, 'muy lejos', de qualquer aproximação com um espanhol. Me senti uma paraguaia legítima, foi o fim...rs E achar palavras para descrever e ilustrar informações contidas em um gráfico foi tragicômico. B de "vola", I de "iglesias", N de "novia", G (lê-se HE) de "gato" e O de "Ofelia" causaram gargalhadas na pequena saleta...rs Espanhol...arghh!!! Preciso voltar a fazer aula de línguas. Vou procurar essa semana um curso de francês...rs...já que espanhol, sei que não vou estudar nunca. Prefiro seguir na vida com esse portunhol de buteco paraguaio. E que se dêem por satisfeitos. Todos eles. 'Nosotros nos quedamos muy felices asi'. E era isso...só isso! rs enviada por :: :: :: Suzie 02/06/2004 11:35 É preciso que ele tenha o nosso jeito... Que se identifique com nossa alma... Vou navegando...modificando... até aportar e deixar-me ficar serena...
Enquanto isso... Clique aí abaixo...e preste atenção!! Free Fallin´ enviada por :: :: :: Suzie 31/05/2004 14:26 ![]() - Tinha tanta coisa pra te dizer! - Fala. - Não dá. - Porquê? - É muito. - Muito o quê? - Muito pra dizer. - Ué, tô aqui! - Mas não dá! É tanta coisa... - Escreve um poema. - Seriam estrofes demais. - Uma prosa? - Detalhes demais! - Escreve um e-mail então... - Não sou só letrinhas. Sei falar. - Então fala. - Tá frio. - É, muito. - Todo mundo gripado. - É verdade. - Até amanhã. - Até. enviada por :: :: :: Suzie 26/05/2004 11:33
... ![]() Eu estou tão feliz, tão feliz, que até esqueci meus probleminhas diários...e olha que isso estava me matando! Vou ser rápida, pois ainda estou em estado de choque, dando gritinhos de ohs! uhs! e atarantada feito uma formiga doida... É o seguinte, ontem no meio da madrugada...acordei com o toque do telefone. Como eu decidi abolir o atendedor de chamadas hahaha, chique né? - ou seja, a secretária eletrônica e substituí-la por identificador de chamadas, só me restava atender e saber o que o destino me reservava. Pois caiam pra trás: eu estava recebendo uma chamada internacional de um dos homens mais charmosos, inteligentes, espirituosos e cultos, quem o conhece pode atestar meus elogios, e que ainda por cima é músico uau!!! era ninguém menos que o Fernando, um autêntico gentleman...uma das pessoas mais bem-informadas com quem já tive o raríssimo prazer de falar. Claro que fiquei emocionadissíma e pensei que a semana estava garantida e o fim-de-semana também....rs Afinal de contas, fala sério: a gente receber um telefonema maravilhoso, dali do orelhão, já é um charme só, agora imagine euzinha aqui, receber uma chamada do outro lado do Oceano!!!!! E não foram só trinta minutinhos, não!!! Tão pensando o quê? Ah!, sorry peoples!, mas eu fiquei me achando: tô com tudo e não estou prosa, estou po-den-do! e otras cositas que a gente só pensa em segredo...rsrs Mas julgam que acabou por aí? Poderia, é claro e já seria o máximo....mas não! Porque agora de manhã na empresa, liga o meu querido porteiro e secretário...rs...dono de alguns segredos que nem digo e nem conto - o sr. Marlon (é...o porteiro se chama Marlon, eu juro...sou chic!) e avisa que 'tem encomenda' para mim - o que não me abalou, pois todo dia chegam muitas correspondências...enfim... Ledo engano! Meus olhos cresceram, como em desenhos animados, porque havia uma "caixona", pesada e mais uns três ou quatro envelopes e novamente...um deles era internacional...heheheh Nervosa...atirei tudo para o lado e feito criança em dia de aniversário, fui rasgando, pegando espátulas, nervosa e apressada querendo saber o que era.... Gente, olhem aí as ilustrações. Sentiram? Não vou ser esnobe dizendo que gostei mais desse ou daquele livro...etc... A caixa...trazia um tesouro: ao lado das riquezas que vou enumerar depois, assim como quem não quer nada... e além das "especiarias" está aqui na minha frente, uma coisa que adoro, e que me deixou paralisada: Uma carta manuscrita num papel que trouxe as mais doces lembranças de um tempo que tudo era só delicadeza e elegância. Uma carta manuscrita! Isso diz muito de tudo o que posso dizer do remetente: Meu amigo querido Claude Resstom, que ele é...por si mesmo, um presente na vida de quem o conhece! Pois bem, ao lado de presentes tão ricos quanto inesperados, materializados e todos tão especiais que ficarão retidos para sempre, eu declaro e divido esse êxtase com todos os meus leitores: Nesse dia 26 de maio de 2004, Dom Fernando de Portugal e Claude Resstom (ça veut dire, Claude Resstom) consegiram fazer com que eu ficasse tão feliz que estou morta, mor-ti-nha de inveja de mim.... Agora, com licença, vou ali desmaiar três vezes e me perguntar, meu Deus, o que é que eu fiz para ser tão feliz?!?! P.S 1 - Eu ia postar outra coisa, mas acho que volto e coloco depois. P.S 2 - Certa vez, um amigo bem-sucedido, jovem, aos 32 já era doutorado, físico nuclear, e que estava passando por uma "fase daquelas", perdeu tudo que tinha inclusive a saúde e a mulher que amava...perguntei se ele não se revoltava, se não questionava a crença num Deus etc.. etc... e ele me respondeu: - Suzana, eu sempre fui muito, muito feliz. E quando era feliz jamais questionei, jamais interroguei o porquê ... Emocionadíssima, lembrei disso agora... Uau!!!!! Eu *SOU* muito, mas muito feliz! Ah! E não disse obrigada...mas eu pergunto há palavras para dizê-lo? enviada por :: :: :: Suzie 25/05/2004 12:21 ![]() Vocês acham que têm controle sobre o seus Pés? Duvido! Se não conseguirem, pelo menos darão boas risadas... Vale a pena tentar! Quando estiverem sentados à mesa, façam círculos com o pé direito no sentido dos ponteiros de um relógio. Enquanto estiverem fazendo isso, desenhe no ar o número "6" com a mão direita. O movimento do pé vai mudar de direção...Vai circular contrário aos ponteiros de um relógio... Tente de novo. Conseguiu? Mais uma vez. Conseguiu? Não adianta, é o mesmo local do cérebro que comanda... Conseguiu? Dúvido...rs...rs...rs...rs. Essa brincadeira é para animar o início da semana. enviada por :: :: :: Suzie Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?)
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